Business Continuity

A cada dia que passa, mais temos visto os antigos ambientes complexos e custosos serem resumidos a um grande sistema virtual. Ambientes antes limitados a hardware físico tem sofrido o boom da virtualização.

O que era incomum, agora se tornou rotineiro. O que antes era impossível, hoje faz parte do nosso dia a dia.

Não é mais incomum encontrar um ambiente virtualizado nos dias de hoje. Lembro que a menos de 5 anos, as empresas utilizavam a virtualização para liberar o hardware para ambientes mais críticos. Hoje, isso já não  é verdade.

Quando entramos em um ambiente, nos assusta um cliente que diz: “não acredito em virtualização.”. Um valor inferior a 90% de virtualização do ambiente agora tem sido considerado “fora dos padrões”.

Um dos pontos que sempre foram retratados como verdade na virtualização, é a sua resiliência. Agora, se você perde uma máquina, em poucos minutos ela está no ar, utilizando tecnologias como Snapshots, ou indo mais além, como softwares de Backup utilizando tecnologia V-Ray, disponibilizando o ambiente em segundos.

Mas algo que esse ambiente ainda não traz nativamente, é a performance. Não digo performance para à aplicação ou resposta para o usuário final, mas sim o comportamento do sistema frente ao hardware que está por trás desse ambiente.

Quantas vezes não definimos políticas para acesso aos discos de um storage usando todos os caminhos visíveis, mas não usados pelo SO. Pensando assim, por que não ter esse mesmo ganho nos ambientes modernos e robustos de hoje?

Recentemente fui questionado por um cliente: “Eu tenho um excelente ambiente virtualizado, mas não consigo granularizar, geralmente resolvo provendo mais recursos.”.

Não me levem a mal, sou a favor da virtualização. Ela facilita muito o trabalho e abre o leque de possibilidades, mas estamos limitados a como podemos trabalhar com ela. Foi apresentado então o recurso de DMP para Vmware.

Imagine esse leque que a virtualização proporciona se abrindo um pouco mais. Por mais que utilizemos o Vmotion para mitigar problemas de I/O, podemos somar a isso a utilização do DMP.

Por que não entender e disponibilizar para o seu ambiente virtual o raio-X do que está por trás de tudo isso?

Interpretar o comportamento do ambiente antes de tomar determinadas ações podem facilitar tarefas do dia a dia. Criar um balanceamento em como um sistema pode interagir com o disco, sem a necessidade de apenas migrar os dados de um host para outro.

Usar tecnologias como Smart I/O, Multi Path ou até antes disso, provisionar o disco baseado em qual o nível de performance requerido.

Usando a suíte Storage Foundation, sem esquecer o VOM, uma poderosa ferramenta que tem muitas vezes sido deixado como um simples visualizador e gerenciador de cluster, podemos criar um novo conceito para ambientes virtuais.